O fim da produção do 747 deve marcar o fim de um capítulo na aviação moderna. A Boeing está a preparar-se para deixar de produzir o modelo 747, por motivos financeiros. A informação é avançada pela Bloomberg, que cita fontes anónimas, mas o porta-voz da Boeing não quis comentar o tema, dizendo só que ainda há pelo menos “mais dois anos de produção à frente”. As fontes da agência referem que a Boeing vai honrar as encomendas que já aceitou, mas que vai mesmo parar de produzir o icónico gigante dos céus.

O mercado hostil e as dificuldades financeiras parecem estar a ditar o fim deste capítulo. O Engadget lembra que ainda antes da pandemia a Boeing estava a focar-se em aviões mais pequenos, de dois motores a jato, como o 787 Dreamliner. Para o colossal 747, o segmento do transporte de mercadorias parece o mais interessado: 12 das 15 encomendas por finalizar são da transportadora UPS. O último 747-8 de passageiros que a Boeing preparou deu origem ao Air Force One dos EUA.

O modelo 747 estreou-se em 1970, ao serviço da PanAm e conta agora com 50 anos ao serviço. A Boeing comercializou 1571 aeronaves destas e, nos próximos tempos, ainda os veremos nos céus e pistas, mas o fim parece estar traçado.

 

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Os teclados futuros da Apple podem apresentar tampas de teclado que são uma mistura de tampo de vidro e luz de fundo colorida, para teclas mais duradouras que podem ser usadas como mini monitores.

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Se está a usar equipamentos da Apple há algum tempo, sabe que eles são sempre resistentes e duram muitos anos. No entanto, você também saberá que a primeira coisa a mostrar desgaste é o teclado. As legendas das letras das teclas acabam se apagando e, às vezes, as próprias teclas se desgastam.

A Apple quer resolver isso com um plano que também se presta a desenvolvimentos futuros. O “Transparent Keycaps”, pedido de patente norte-americana no 20200211795 , preocupa-se principalmente com o uso de vidro para produzir chaves mais fortes – mas também aborda outros recursos potenciais.

“[Para teclados], um usuário pode envolver fisicamente o material selecionado várias centenas de milhares de vezes, se não milhões de vezes, durante a vida útil de um dispositivo”, diz o aplicativo. “Muitas soluções visualmente agradáveis ​​carecem da durabilidade dessa função estendida”.

“Isso pode ser especialmente verdadeiro quando dispositivos eletrônicos e / ou dispositivos de entrada associados são reduzidos, mais finos ou de outra forma reduzidos em dimensão”, continua. “As dimensões reduzidas das teclas, por exemplo, podem levar a teclas que são menos estruturalmente sólidas e têm uma vida útil mais curta do que as teclas mais grossas feitas com o mesmo material”.

A solução proposta pela Apple inclui “uma tampa de teclado para teclado que inclui um corpo de chave que compreende uma superfície externa superior”. Essa parte superior pode ser transparente com a letra da chave colada na superfície inferior do corpo transparente, com o material de bloqueio de luz definindo uma forma de glifo. ”

Portanto, a legenda pode estar na chave em vez de ser impressa em cima dela. O aplicativo da Apple descreve em detalhes várias formas e formas diferentes de como a parte superior da chave pode ser modelada, mas também se refere a uma opção adicional relacionada à luz de fundo.

“Além disso, o teclado pode mudar drasticamente a cor se a iluminação da luz de fundo mudar de cor”, diz. “Por exemplo, LEDs RGB de duas cores ou RGB usados ​​para iluminação de fundo podem alterar a cor de uma proporção maior da tampa do teclado … A luz de fundo pode alterar o brilho e a cor de toda a camada do meio, além do glifo”.

Portanto, se a principal preocupação é criar um teclado mais duradouro, o processo proposto mudaria no mínimo a maneira como a luz de fundo é feita. Em vez de a luz brilhar através da letra da chave e nas laterais, pode ser que tudo, menos a letra, esteja iluminado. Além disso, essa iluminação pode ser de luzes que mudam de cor.

Detalhe do pedido de patente mostrando um possível design de chave

É um passo extremamente pequeno para fornecer chaves que mudam dinamicamente de cor sob controle de software, e a Apple já investigou isso com uma patente para o uso de LEDs nas chaves.

Os inventores dessa patente incluem o prolífico Paul X. Wang, que também é um dos nove creditados pelo aplicativo de chaves transparentes. Entre os outros estão Keith J. Hendren, recentemente co-creditado com um redesenho todo em vidro do iMac . Há também Matthew S. Rogers, listado anteriormente como co-inventor dos planos de incluir câmeras escondidas e fones de ouvido removíveis em ” Apple Glass “.

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O hotspot TP-Link M7350 é um dispositivo que oferece o acesso à Internet sem a necessidade de conectar qualquer cabo. Extremamente leve e discreto, integra um visor LCD no qual são exibidas informações sobre a conexão estabelecida e o estado da rede. Graças à tecnologia de rede 4G LTE, o hotspot TP-Link M7350 permite velocidades de download de 150 Mbps e velocidades de upload de 50 Mbps, possibilitando a conexão de até 10 dispositivos em simultâneo para poder partilhar a Internet com quem desejar. O hotspot TP-Link M7350 foi concebido para a vida em movimento, sendo ideal para acompanhar longas viagens, passeios pela natureza ou mesmo atividades de campismo, garantindo que, qualquer que seja o destino, tenha sempre acesso à Internet, contando que haja acesso a rede móvel. Destaque também para a compatibilidade com a aplicação para dispositivos tpMiFi, através da qual é possível estabelecer limites para o tráfego de dados, controlar o acesso de dispositivos à rede, enviar mensagens e partilhar ficheiros entre o cartão de memória microSD. Outras características relevantes: necessita de cartão SIM para aceder à rede; leitor de cartões microSD de até 32 GB; operação nas frequências de 2,4 GHz e 5 GHz; autonomia de até 10 horas em funcionamento; ampla compatibilidade; peso de 300 gramas; protocolos de segurança WPA/WPA2.

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Desempenho, preço, compatibilidade e mais: que esperar dos novos Macs com processadores Apple Silicon baseados em ARM

Não é sempre que uma mudança tão drástica é anunciada: depois de muita especulação, a Apple confirmou que os novos Macs passarão a adotar processadores próprios, baseados em arquitetura ARM, ainda em 2020. É o fim de uma era de 15 anos, que começou em 2005, quando Steve Jobs revelou a transição do PowerPC para os atuais chips da Intel.

Apple Silicon pode impactar toda a indústria. A Intel reinou sozinha no mercado de PCs por muitos anos, sem uma concorrência de verdade da AMD. E a Apple mostrou que sabe projetar chips poderosos nos iPhones e iPads, com uma arquitetura ARM mais otimizada que a de qualquer outra empresa.

Mas ninguém está em uma situação confortável. Se a Apple for bem sucedida e conseguir inovar nesse mercado, a Intel e outras fabricantes de chips para PCs serão pressionadas a correr atrás. Por outro lado, este é o fim de uma relação tão próxima entre a Apple e uma gigante que foi líder do mercado de semicondutores por 24 anos consecutivos. E agora?

 

Os primeiros Macs com Apple Silicon serão lançados até o final de 2020. Segundo Tim Cook, a estimativa é que a transição de arquitetura leve dois anos para ser concluída. Isso significa que, se tudo correr como planejado, toda a linha de computadores da Apple já será equipada com os novos chips em meados de 2022.

Tim Cook / macOS 11.0 Big Sur

Apesar da mudança, a Apple ainda está desenvolvendo computadores baseados em Intel que chegarão ao mercado em breve. Além disso, os Macs com arquitetura x86 continuarão recebendo atualizações, inclusive com novas versões de macOS, por um tempo não especificado. O macOS Big Sur, por exemplo, será compatível com Macs lançados há sete anos, como os MacBooks Air e Pro de 2013.

Quanto ao ecossistema, os novos Macs com Apple Silicon poderão rodar:

  • Aplicativos antigos por meio do Rosetta 2, que traduz o código de x86 para ARM no momento da instalação;
  • Aplicativos nativos de macOS compilados para Apple Silicon, sendo que a Microsoft e a Adobe (guardem esses nomes) já confirmaram que vão desenvolver softwares profissionais para a nova arquitetura, e os programas Final Cut Pro e Logic Pro, da Apple, já estão prontos;
  • E, pela primeira vez, aplicativos de iPhone e iPad, que poderão ser instalados por meio da Mac App Store.

Os atuais chips para iPad serão o ponto de partida para os futuros Macs com Apple Silicon, já que o primeiro kit de desenvolvimento é um Mac mini com processador Apple A12Z Bionic, o mesmo que equipa o iPad Pro lançado em março de 2020.

A transição de PowerPC para Intel

Não é a primeira vez que a Apple passa por um desafio parecido. A última mudança de arquitetura foi anunciada na conferência para desenvolvedores WWDC 2005, quando Steve Jobs subiu ao palco e mostrou a frase “It’s true” (“É verdade”), com o “e” caído, em uma referência ao logotipo da Intel da época. Esse foi o ponto de início oficial da transição de PowerPC para Intel x86, mas os rumores circulavam desde 2002.

Foi uma mudança inversa ao que está acontecendo hoje, já que o PowerPC foi criado em 1992 em uma aliança entre Apple, IBM e Motorola. A arquitetura do Mac OS X já não estava bem das pernas nos anos 2000 porque a Intel fazia um trabalho melhor, tanto em produto quanto em marketing. Lembro muito bem da guerra de números: a Intel fez barulho quando ultrapassou a barreira dos 3,0 GHz no Pentium 4, uma frequência que ninguém conseguia alcançar, incluindo os chips IBM PowerPC.

A Apple não parece ter medo de matar tecnologias: foi assim com o drive de disquete, o teclado físico no smartphone e o Adobe Flash Player. Com o PowerPC aparentando estar no limite e os chips da Intel sendo mais rápidos com menor consumo de energia, era esperado que a transição acontecesse.

E aconteceu bem rápido. Steve Jobs anunciou a transição em junho de 2005, com uma previsão de conclusão até o final de 2007 (ou seja, a mesma estimativa de dois anos da transição atual). Mas o primeiro MacBook com Intel chegou em janeiro de 2006 e, em agosto daquele ano, toda a linha de desktops, notebooks e até um servidor da Apple já havia abandonado o PowerPC.

O resultado é que a transição foi completada em exatamente 210 diasmais de um ano antes do previsto.

No anúncio da transição, Steve Jobs confirmou os rumores de que todas as versões do Mac OS X estavam secretamente sendo compiladas tanto para PowerPC quanto para Intel — ou seja, desde 2001. Também era importante ter apoio dos desenvolvedores, e as duas primeiras empresas a anunciarem o suporte aos Macs com Intel foram a Microsoft e a Adobe (que coincidência, né?).

No sistema operacional, a história também era parecida. A Apple anunciou para o Mac OS X 10.4 Tiger um software chamado Rosetta, que traduzia programas de PowerPC para os novos Macs com Intel, permitindo que os desenvolvedores tivessem mais tempo para adaptar e compilar seus softwares para a nova arquitetura. O Rosetta durou até o Mac OS X 10.6 Snow Leopard, de 2009, que também foi a primeira versão exclusiva para Intel.

MacBook Pro com Boot Camp

Agora que PC e Mac tinham a mesma arquitetura de processadores, a Apple tomou a decisão de lançar o Boot Camp, uma ferramenta que permite instalar o Windows e o então Mac OS X em dual boot. Isso existe até hoje e funciona muito bem para quem ainda precisa rodar softwares exclusivos de Windows (basicamente, jogos).

Eu era usuário de Windows XP na época e não passei por essa experiência, mas convidei o Rafael Fischmann, editor-chefe do MacMagazine, para contar como foi sentir na pele a transição da arquitetura PowerPC para Intel. Ele conta tudo no vídeo acima. 😉

Voltando ao presente: o que mais descobrimos

É claro que, depois do anúncio oficial na WWDC 2020, surgiram mais informações sobre a transição de Intel para ARM.

A primeira é que os novos Macs com Apple Silicon não terão mais o Boot Camp, o que foi confirmado pelo vice-presidente sênior de engenharia de software da Apple, Craig Federighi, em entrevista ao The Talk Show. Ainda será possível rodar máquinas virtuais, algo demonstrado na própria apresentação da Apple, mas é o fim da história de fazer dual boot com o macOS e outro sistema operacional.

E sim, existe uma versão do Windows 10 compilada para ARM, mas isso não significa que será possível instalá-la nos Macs. Primeiro porque a Microsoft confirmou que não vende licenças dessa versão para usuários finais, apenas para fabricantes. Segundo porque o simples fato de o processador da Apple ser baseado em ARM não garante a compatibilidade com sistemas operacionais compilados para ARM.

O inverso também é verdadeiro: o fato de um sistema operacional, como o macOS, ser compilado para ARM, não significa que ele possa ser instalado em qualquer computador com essa arquitetura. Por isso, a prática do hackintosh, de instalar o macOS em um PC comum, pode ser bastante dificultada ou até impossibilitada quando a Apple parar de dar suporte aos processadores da Intel.

Isso porque ARM não é um processador em si, mas uma base de uma arquitetura na qual outras empresas licenciadas (como Apple, AMD, MediaTek, NvidiaSamsung e Qualcomm) podem projetar seus chips, com suas próprias otimizações e instruções extras. Com exceção da Samsung, nenhuma dessas empresas fabrica os processadores: tudo é terceirizado para companhias como a TSMC.

A flexibilidade do ARM permite que os dispositivos sejam muito diferentes entre si, e esse é um dos motivos pelos quais você não consegue instalar iOS no seu Android, nem Android no seu iPhone. Da mesma forma, não é porque seu roteador Wi-Fi tem um processador ARM que você pode instalar Android nele.

Ainda na semana do anúncio da transição, surgiu uma declaração de François Piednoël, um dos principais ex-engenheiros da Intel, que trabalhou na empresa por vinte anos, dizendo que os processadores Skylake (Intel Core de 6ª geração, lançados em 2015) foram o estopim para a Apple decidir pela mudança de arquitetura.

Segundo Piednoël, o controle de qualidade do Skylake era “anormalmente ruim”, porque a Apple encontrava muitas falhas na arquitetura. É normal que exista uma troca de conhecimento entre empresas parceiras, mas o ex-executivo diz: “Basicamente, nossos colegas da Apple se tornaram o relator número um de problemas na arquitetura. E isso foi muito, muito ruim. Quando seu cliente começa a encontrar quase tantos erros quanto você, você não está indo no caminho certo”.

Transição de Intel para Apple Silicon (ARM) nos Macs

Em uma sessão para desenvolvedores, a Apple explicou que, diferente da arquitetura Intel x86, os Macs com Apple Silicon terão núcleos de processamento assimétrico — ou seja, um grupo de núcleos de alto desempenho e um grupo de baixo consumo de energia, como já acontece nos chips ARM para celulares e tablets. Uma possibilidade é manter todo o processamento pesado nos núcleos potentes e deixar a renderização da interface para os núcleos econômicos, gerando maior sensação de fluidez.

 

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Microsoft deixou escapar algumas informações sobre as próximas grandes atualizações do Windows 10: o update previsto para o segundo semestre de 2020 tem codename interno Manganese (manganês), enquanto a versão para a primeira metade de 2021 se chama Iron (ferro) e deve trazer novidades maiores — ela pode vir com ajustes no design do menu Iniciar.

menu iniciar do Windows 10

Os detalhes foram revelados em um blog oficial da Microsoft: o texto menciona os recursos gráficos do DirectX que serão compatíveis com programas Linux rodando dentro do WSL (Windows Subsystem for Linux), incluindo DxCore, D3D12, DirectML e NVIDIA CUDA. Eles devem ser testados a partir de junho deste ano, chegando para todos os usuários no primeiro semestre de 2021.

Steve Pronovost, da Microsoft, explica que os usuários no programa Insider no modo Rápido (Fast Ring) estão atualmente testando uma versão do Windows 10 chamada Manganese (Mn). “Esperamos que o modo Rápido mude para as versões Iron (Fe) mais para o final de junho, que exporá essas novas funcionalidades [do DirectX] aos Insiders”, ele escreve.

O texto foi atualizado para remover referências ao Manganese e Iron, mas a versão antiga ainda está no Internet Archive.

As novidades do Windows 10 no segundo semestre de 2020

A Microsoft vai lançar o May 2020 Update a partir desta semana. Usuários no programa Insider já testam a atualização que virá no segundo semestre, provavelmente em novembro, e ela deve trazer poucas novidades.

Estes são os novos recursos que a Microsoft está testando e que devem chegar para todos em novembro:

Windows 10 build 19541

Linux no Explorador de Arquivos do Windows 10

  • será possível escolher nas Configurações em qual GPU seu programa ou jogo vai rodar (no chip gráfico embutido da Intel ou na placa de vídeo Nvidia, por exemplo);
  • será possível fazer uma busca na lista de aplicativos padrão do Windows nas Configurações;
  • haverá três opções para envio de dados de diagnóstico à Microsoft: desligado, essencial e opcional;
  • a lista de drivers opcionais será integrada dentro do aplicativo Configurações, em vez de exigir uma visita ao Gerenciador de Dispositivos;
  • será possível instalar o Hyper-V em dispositivos ARM64, como o Surface Pro X, e rodar o Windows 10 como um sistema operacional convidado (guest) no Hyper-V usando a ferramenta VHDX.

Windows 10 deve mudar menu Iniciar em 2021

As maiores novidades devem ficar para o primeiro semestre de 2021. Panos Panay, chefe de Windows e Dispositivos na Microsoft, mostrou que o design do Windows 10 deve receber algumas mudanças importantes.

Os blocos dinâmicos (Live Tiles) adotam um fundo translúcido que acompanha o tema claro ou escuro do sistema, deixando mais visíveis os ícones coloridos que a Microsoft vem implementando. Além disso, há um novo programa chamado Arquivos que pode substituir o Windows Explorer; e uma nova interface para o Fotos e o Calendário.

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De acordo com as informações que vão sendo conhecidas, a Apple tem planos para lançar um Mac com processador ARM já no próximo ano. Assim, 2021 marcará a reviravolta nos processadores da marca de Cupertino. No entanto, há más notícias para os utilizadores Mac que instalavam também o Windows na sua máquina. Com a inclusão dos novos ARM, não vai ser possível ao consumidor fazer Boot Camp e correr o sistema operativo da Microsoft.

Provavelmente já ouviu dizer que os Macs são a melhor máquina para correr Windows, mas isso poderá deixar de fazer sentido.

Imagem de um MacBook Air com Windows 10

Windows no Mac? Agora vai ser mais complicado!

Se enquanto utilizador do Mac gosta de ter também instalado o Windows, saiba que essa tarefa vai ficar mais complicada de realizar com as futuras máquinas da Apple. Normalmente uma das formas de instalar o sistema operativo da Microsoft nas computadores da maçã é através do Boot Camp. Esta ferramenta vem incluída no sistema da Apple e permite que os utilizadores instalem o Windows nos computadores Mac com processador Intel.

No entanto, com a migração para os processadores ARM da Apple, vai ser mais difícil instalar o Windows nos novos Macs.

 

Segundo várias informações, também do lado da Microsoft, o processo vai sofrer obstáculos. Isto porque a empresa apenas vende a versão ARM do Windows 10 a fabricantes e não ao consumidor final. Conforme foi dado a saber por um porta-voz da Microsoft:

A Microsoft apenas cede licenças do Windows 10 ARM a OEMs [Original Equipment Manufacturer]

Questionado pelo site The Verge sobre a possibilidade de alteração desta política para que o Windows 10 possa ser instalado nos Macs com ARM, o porta-voz disse nada mais ter a declarar sobre o assunto.

pesar de a Apple não mencionar o fim do suporte para Boot Camp no WWDC, mais tarde isso foi referido por Craig Federighi, vice-presidente sénior de engenharia de software da Apple, no podcast Daring Fireball:

Não iremos inicializar diretamente um sistema operativo alternativo.

A virtualização é o caminho. Essas máquinas virtuais podem ser muito eficientes, então a necessidade de direcionar a inicialização não deve ser realmente a preocupação.

Sendo assim, cabe ao utilizador escolher outra forma de correr o Windows nos Macs. No entanto, ferramentas de virtualização como VMWare ou Parallels vão também precisar de ser adaptadas pelos programadores para conseguirem funcionar nas máquinas com processador ARM.

 

…in pplware

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Imagem de: Microsoft Word inclui ferramenta que checa plágios durante a escrita

A ferramenta Microsoft Editor, do Microsoft Word, agora é capaz de verificar se existe plágio em trechos de um texto. “Verificação de similaridade”, como foi nomeada,  ajuda-te a elaborar textos mais originais e é capaz de identificar a origem de trechos para mencionar autores.

O recurso está a ser integrado no Microsoft Word do serviço Microsoft 365 EDU A3 e A5 em versões de teste antecipado. Ao acionar o editor e selecionar um trecho o texto, o Microsoft Editor escaneia o documento e denuncia ocasionais plágios de textos publicados na internet. Não só isso, mas o editor avalia a originalidade do texto e sugere a citação de trechos completos, já formatando-os em padrões norte-americanos.

Especialmente útil para professores, a ferramenta entrega com agilidade a parcela do texto que é “inspirada” em artigos da internet. Contudo, alunos também podem solicitar avaliação da verificação de similaridade para tornar seus textos mais originais e evitar qualquer constrangimento com seus avaliadores.

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Ultimamente, houve várias mudanças relacionadas às noções sobre plágio e sobre como torná-lo um processo de aprendizado ao invés de uma armadilha. O fato dessa ferramenta encontrar similaridades durante a escrita é ótimo.”, disse um professor na publicação de anúncio da ferramenta.

A versão final da verificação de similaridade deve ser disponibilizada para todos os assinantes do Microsoft 365 Home e Business já em julho. Não há previsão para lançamento da ferramenta em português. O tutorial completo para utilização da ferramenta está disponível no site oficial da Microsoft.

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Imagem de: Adobe Flash Player será encerrado em 31 de dezembro

A Adobe anunciou que, após o dia 31 de dezembro deste ano, não oferecerá suporte ao Flash Player. Mas, não se preocupe: no comunicado, a empresa esclareceu que padrões abertos como HTML5, WebGL e WebAssembly servem como alternativas viáveis para conteúdos em Flash, e que os principais navegadores já integram esses programas.

Além disso, a empresa acredita que os desenvolvedores, designers e empresas tiveram tempo hábil para migrarem os seus conteúdos para esses novos padrões abertos — afinal, o fim do programa foi anunciado há três anos, em 2017.

No comunicado, a Adobe informou que continuará a liberar actualizações de segurança e de manutenção para o plug-in somente até o fim do ano. Por esse motivo, é recomendável que utilizadores desinstalem o Flash Player dos seus computadores. Caso não saiba fazê-lo, a própria Adobe disponibiliza um passo a passo para Windows e macOS.

Alguns sites disponibilizam versões não-autorizadas do Flash Player para download, mas esses arquivos devem ser evitados, já que podem infectar o seu computador com malwares ou vírus.

Vale ressaltar que os conteúdos que ainda utilizam a tecnologia Flash são escassos — exatamente por esse motivo, a versão beta do Safari não suporta este plug-in. No entanto, se você não quiser desinstalar o programa, a Adobe notificará todos os utilizadores sobre o fim do suporte em dezembro deste ano.

 

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Um novo recurso de segurança será implementado ao Microsoft Edge. A versão Canary do navegador, voltada para desenvolvedores, apresenta o “Monitor de Senhas”, que tem exactamente o objetivo de monitorar as senhas do utilizador que foram salvas em sua base de dados, e avisá-lo caso alguma delas tenham vazado na internet.

Para isso, o navegador usará um banco de dados de logins e senhas que foram expostos na internet, e é constantemente actualizado. Se o recurso de monitoramento de senhas for activado no Edge e uma delas tiver sido exposta, o navegador vai alertar ao utilizador sobre o vazamento, dando-lhe a opção de trocar a senha imediatamente, ou ignorar o aviso momentaneamente.

Imagem de: Microsoft Edge vai avisar usuário quando suas senhas vazarem

Posteriormente, o usuário poderá acessar a seção “Gerenciador de Senhas”, dentro das configurações do Edge, e rever todos os alertas que foram ignorados.

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O popular antivírus da Microsoft mudou de nome, e começou a ser disponibilizado para Android e Linux. Mais tarde será lançada uma versão para dispositivos iOS.

A Microsoft disponibilizou uma versão de avaliação (não final) de uma versão do popular Windows Defender para dispositivos Android. Como forma de garantir tratar-se de uma ferramenta mais universal, a Microsoft alterou o nome de Windows Defender para Microsoft Defender, tendo esta o sufixo ATP, de Advanced Threat Protection (protecção avançada de ameaças).

Disponível, numa fase inicial, apenas para clientes com plano Office 365, a implementação desta ferramenta para dispositivos Android implica a instalação da aplicação móvel Microsoft Intune Company Portal, uma aplicação de gestão de sistemas (recursos, dispositivos e redes), que será fundamental para poder aplicar o Microsoft Defender ATP nos seus dispositivos Android.

Esta ferramenta da Microsoft terá como principal função identificar ataques de malware e tentativas de phishing, como bloquear páginas web inseguras que tenham sido enviadas por SMS, WhatsApp, e-mail ou outras aplicações de chat, como bloquear o acesso a ligações inseguras que aplicações maliciosas possam tentar realizar sem conhecimento do utilizador. Esta ferramenta está a ser disponibilizada também para computadores com Linux, e será posteriormente disponibilizada para dispositivos iOS (sem data prevista).

Os japoneses conseguiram bater um novo recorde de potência de um computador com processador ARM. Chamado de Fugaku, o aparelho conta com um SoC A64FX de 48 núcleos e capacidade de 415,5 petaflops.

ARM-powered Fugaku is now the world’s fastest supercomputer

A máquina foi desenvolvida em uma parceira entre a Riken e a Fujitsu e lidera o ranking Top500 HPL, que calcula os aparelhos mais poderosos do mundo. O dispositivo está isolado no topo entre os modelos ARM, sendo 2,8 vezes mais rápido que o Summit da IBM, o vice-líder.

O Fugaku também ganhou em outros setores como Graph 500, HPL-AI e HPCG, respectivamente voltados para qualidade gráfica, inteligência artificial e computação gráfica. Ele é o primeiro a alcançar o topo do ranking simultaneamente nas quatro avaliações.

Este é o primeiro computador japonês a aparecer no primeiro lugar do Top500 HPL a em nove anos. O último havia sido o K, da Riken. No total há 226 aparelhos chineses nesta lista, contra 114 dos Estados Unidos e 30 do Japão.

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Começamos a semana, aqui na Techzone em Maputo, com esta novidade, a substituição dos chips Intel por processadores de fabricação própria: os Apple Silicon.

A Apple está a prometer novos níveis de desempenho e muito menos consumo de energia com a mudança para processadores internos da família Mac. Durante o anúncio, foi dito que tudo para o novo macOS Big Sur será actualizado já levando em consideração a plataforma Apple Silicon. A empresa acrescentou, ainda, que o Logic e o Final Cut Pro já optimizados para a nova arquitetura estarão disponíveis para o primeiro dia e que já há uma equipa a trabalhar na plataforma.

Já havia rumores de que a Intel seria deixada de lado,  pela AMD, uma vez que um utilizador do Twitter encontrou referências aos processadores no código-fonte da última versão do macOS Catalina (10.15.4 Beta 1). Entre elas os códigos “Picasso”, “Van Gogh” e “Renoir”, esse último usado para indicar os novos chips Ryzen 4000.

Além disso, no último domingo (21), o analista Ming-Chi Kuo confirmou que a Apple descontinuaria o MacBook Pro de 13,3 polegadas da Intel. Com a novidade, os desenvolvedores de aplicativos para Mac terão tempo de ajustar suas criações antes dos primeiros processadores da Apple serem lançados em 2021.

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Para quem esperava pelo Google Assistant (a assistente pessoal da Google) em português de Portugal temos boas notícias! A Google passou a disponibilizar tal funcionalidade hoje.

Com o Google Assistant é possível realizar várias ações a pedido por voz dos utilizadores.

Finalmente! Google Assistant já está disponível em português de Portugal

A assistente virtual da Google, conhecida como Google Assistant tem vindo a receber melhorias significativas. Este é um dos produtos onde a Google mais tem investido e os resultados estão à vista.

Hoje, a empresa das pesquisas começou a disponibilizar tal funcionalidade para vários dispositivos. A Google Assistant já fala e percebe português de Portugal!

De referir que além dos smartphones, esta funcionalidade está disponível em outros dispositivos, como, por exemplo, altifalantes inteligentes.

Finalmente! Google Assistant já está disponível em português de Portugal

Além do suporte para português de Portugal, a ferramenta recebeu também uma interface totalmente renovada em alguns dispositivos. Se tem um smartphone Android, verifique já se a atualização está disponível para o seu modelo.

Com esta ferramenta pode iniciar chamadas de voz, responder a SMS, saber o estado do tempo, definir um alarme, criar um evento, etc.

De acordo com o que o Pplware já testou, a assistente virtual funciona muito bem e o reconhecimento de palavras é incrível.

in (pplware.sapo.pt)

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O WhatsApp é o serviço de mensagens e comunicações instantâneas mais popular do mundo. Com efeito, esta app é utilizada diariamente por milhões de utilizadores em todo o mundo. Posto isto, é com naturalidade que vemos agora esta empresa detida pelo Facebook a testar uma nova e crucial implementação em Android.

Algo que lhe permitirá manter todas as suas mensagens em segurança, a qualquer momento!

A plataforma detida pelo Facebook continua a ser a escolha favorita para milhões de pessoas. Em primeiro lugar pela simplicidade de comunicação, configuração, ou pelo simples facto de grande parte dos seus conhecidos a utilizar. Além disso, é gratuita, tanto para Android, bem como para iOS, ou na versão Web.

As novidades a caminho da app WhatsApp para Android

Contudo, como qualquer utilizador do WhatsApp lhe dirá, há um sem-fim de mensagens a circular dentro da plataforma. Desde as cordiais saudações de bom-dia dentro dos grupos até a assuntos mais privados. Ora, perante tal facto é normal que o utilizador queira salvaguardar esses mesmos conteúdos de olhares indiscretos.

Nesse sentido, há uma procura por meios de segurança adicionais, sobretudo para o WhatsApp. Algo que pode ir desde um código de bloqueio específico para a app, ou uma aplicação de terceiros com vista a bloquear o WhatsApp, assegurando-o. No entanto, a própria app está agora a testar um novo método de segurança.

Ainda que algumas fabricantes já ofereçam meios para “bloquear” especificamente uma app, não deixa de ser uma solução externa. Posto isto, na sua app para Android, o WhatsApp está já a implementar o bloqueio e desbloqueio com recurso à impressão digital. Algo que salvaguardará todos os seus conteúdos e mensagens.

O reforço da segurança nesta plataforma do Facebook

De acordo com a investigação da WABetaInfo, o WhatsApp para Android, na sua versão Beta v2.19.221, permite que os utilizadores apliquem este mecanismo. Isto é, uma forma eficaz que a aplicação só será desbloqueada mediante a verificação da impressão digital registada previamente pelo utilizador.

De outro modo será completamente impossível ler as mensagens do WhatsApp. Não obstante, será possível atender chamadas, mesmo sem ter que proceder ao desbloqueio da app. Algo que acaba por proteger os conteúdos enviados através desta plataforma de comunicações instantâneas detida pelo Facebook.